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�Universit�
de Montr�al - Facult�
des Arts et des Sciences D�partement de
Litt�ratures et� de Langues Modernes et Direction de l'enseignement
des langues� et de cultures �trang�res Lu�s Aguilar Professeur
invit� d��tudes portugaises et br�siliennes/Docente
do Instituto Cam�es Pavillon
Lionel-Groulx�
C-8069 Telefones:�� (514) 343-6599
�et (514) 731 2312� -� Fax:
(514) 343-2255 Correios Electr�nicos:
[email protected], [email protected] www.teiaportuguesa.com Programa |
A cadeira de Portugu�s, Comunica��o Oral e Escrita,
A leitura, a
escrita e a comunica��o oral ser�o os dom�nios espec�ficos desta cadeira, cujos
objectivos lingu�sticos, pedag�gicos, cognitivos, afectivos e sociais s�o:
1. Aplicar correctamente as regras e
organiza��o morfossint�ctica e textual, escrevendo
com correc��o ortogr�fica e usando, adequadamente, os articuladores
do discurso.
2. �Reconhecer, num texto, os meios lingu�sticos,
nos seus aspectos formais e nos seus valores sem�nticos e pragm�ticos.
3. Exprimir
opini�es, discutir, aceitar e recusar propostas, argumentar e contra-argumentar, narrar acontecimentos vividos,
presenciados ou imaginados e transmitir algo dito por outrem.
4. Auto-representar-se
caracterizar-se, e caracterizar pessoas, objectos, locais, situa��es, etc.
5.
Utilizar meios lingu�sticos adequados, na interac��o com
o(s) seu(s) interlocutor(es).
Os conte�dos desta cadeira
est�o organizados em tr�s sec��es: o Funcionamento da L�ngua, a
Conversa��o/Express�o Oral e a Composi��o.
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1.
Aplica��o das regras morfossint�cticas � constru��o do discurso. 2.
O emprego dos
pronomes. O pronome pessoal. 3.
A preposi��o -
reg�ncia verbal. 4.
A frase -
coordena��o e subordina��o. 5.
Os graus dos
adjectivos. 6.
Os nomes e
adjectivos gent�licos ou p�trios. |
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7.
O C�digo Oral e
as �reas Vocabulares: identifica��o pessoal, viagens, com�rcio, etc. 8.
A Rela��o
entre o tipo de discurso e a inten��o comunicativa. 9.
Discursos interaccionais (uni e pluridireccionais) |
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10.
A produ��o
escrita de textos descritivos, narrativos e argumentativos. 11.
Produ��o de textos utilit�rios, tendo
em conta as finalidades, forma e estrutura. 12.
Cria��o de textos
colectivos. |
METODOLOGIA
A partir dos
objectivos e dos conte�dos acima definidos pode deduzir-se que a metodologia
promove aulas vivas, em que ter�o lugar a an�lise e interpreta��o de textos,
para que os estudantes aprendam a estrutura e as caracter�sticas da l�ngua
portuguesa. Nas v�rias sess�es, alguns textos e intertextos ser�o utilizados
para contextualizar situa��es, para que os estudantes possam ler, escrever,
ouvir e falar em l�ngua portuguesa.
Ainda que de
uma forma n�o sistem�tica e como maneira de abordar os aspectos relacionados
com a aprendizagem das compet�ncias lingu�sticas, utilizaremos os m�todos n�o
convencionais, orientados por uma pedagogia de situa��o que pretende a
converg�ncia de uma l�gica de expectativas e necessidades dos participantes, com
uma l�gica de conte�dos program�ticos, ou seja, uma l�gica de contexto
articulada com uma l�gica de conte�do.
AVALIA��O
A avalia��o far-se-�, nas vertentes diagnostica,
formativa e sumativa, tendo em conta as seguintes compet�ncias:
�
Compreens�o/Comunica��o Oral
�
Express�o/Comunica��o �Escrita
�
Leitura e Interpreta��o.
�
Aplica��o criativa de conhecimentos
gramaticais.
�
Empenho, assiduidade, iniciativa e progress�o nas
aprendizagens.
A distribui��o
percentual da avalia��o ser� efectuada da seguinte maneira:
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Teste Diagn�stico: |
10% |
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Provas Formativas: |
20% |
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Prova
Sumativa: |
20% |
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Exame
Final: |
20% |
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Trabalho
Individual: |
20% |
|
Trabalho em Grupo: |
10% |
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Total:�������������������������������������� |
100% |
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